quimicas e derivados 01 

quimicas e derivados 02 

quimicas e derivados 03

 

A IVC possui vasta experiência na inspeção de equipamentos de indústrias químicas.

Na indústria química em geral são utilizados diversos tipos de vasos de pressão em diversos processos, entre os quais, destacam-se os complexos reatores encamisados.

As inspeções desses equipamentos necessitam de mão de obra qualificada e com experiência com relação ao histórico de inspeções, pois cada reator possui mecanismos de danos diferentes.

A inspeção torna-se mais complexa a medida inúmeras variáveis de processo influenciam  na operação. Além da constatação visual de um vazamento é necessário determinar a causa raiz do mecanismo de danos causador da corrosão, trinca ou perfuração do vaso.

As inspeções visuais internas e externas deve ser minuciosas para detectar possíveis vazamentos em serpentinas de aquecimento  internas localizadas em juntas soldadas originais ou em soldas de reparos realizados ao longo da vida útil do equipamento, ou mesmo vazamentos no casco ou tampos causados por corrosão localizada ou trincas.

Devem ser considerados os aspectos de projeto e operação, tipos de fluidos gasosos ou líquidos que podem ocasionar erosão em determinadas condições de pressão e temperaturas. Em determinados casos é necessário ainda uma inspeção interna nas serpentinas por meio de videoscopia para verificação das condições das juntas soldadas.

O ensaio de medição de espessura normalmente é realizado em todas as inspeções periódicas tanto no casco quanto nas serpentinas, sendo monitorada a redução de espessura e podendo assim determinar a vida remanescente do equipamento com a determinação da espessura mínima requerida através dos cálculos baseados nas espessuras mínimas reais encontradas em cada inspeção.

A importância de uma inspeção criteriosa torna-se fundamental, diante da responsabilidade de liberar equipamentos que operam com fluidos altamente tóxicos e gases inflamáveis, que possuem potencial de risco extremamente elevado considerando as consequências de um acidente em um equipamento enquadrado na categoria “I” ou “II” da NR-13.